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quinta-feira, 30 de abril de 2009

Por que Jesus virá de “disco voador” na sua volta?

Pergunta: Se Jesus é uno com o Pai, por que ele precisa chegar em um disco voador?

Jan Val Ellam: Hoje, temos a graça e o privilégio de contar com a presença de um irmão a quem poderíamos chamar de Aminemés. É um espírito que há muito tempo – há cerca de cinco mil anos – não reencarna. Na última vez, salvo engano de entendimento da minha parte, atuou no Egito antigo como sacerdote e, depois, como faraó. É esse amigo e sua equipe que ficarão conosco ao longo dos trabalhos dessa noite. Ele sinaliza algumas considerações a serem feitas diante da questão levantada.
De fato, no Universo, a grande obra de criação do Pai, não há distâncias a serem percorridas pelas nossas almas. Os Espíritos dizem que a criação divina, aquilo que chamamos de “obra da criação universal”, é um grande circuito vibrante e amoroso. Somos individualidades cósmicas, filhos e filhas diletas do Pai Universal, criados à Sua imagem e semelhança – se por isso entendermos que desse Pai herdamos “geneticamente” seus atributos. Portanto, somos todos deuses. Filhos de Deus, deuses são.
Cada um de nós tem na alma o poder para abrir as portas desse circuito e nele penetrar com uma simples atitude da mente. A “chave” para que elas se abram é a postura amorosa, que a individualidade cósmica há de ter em si mesmo. Ela é o quantum energético mínimo que deve ser emanado da individualidade para que se vincule a esse circuito emanado do Pai, ou seja, para que nele possa mergulhar e com ele se tornar uno. Essa “chave vibratória” é uma expressão da alma, emanada naturalmente das individualidades que possuem essa condição mínima, derivada de sua postura.
Os seres que conseguem trabalhar essa condição em nível de amplitude vibratória se tornam incapacitados de fazer o mal, em qualquer circunstância e sob qualquer contexto. Unificados ao circuito vibratório do Pai Universal, eles amam incondicionalmente, mesmo quando agredidos. Esses seres se inserem no circuito vibratório do Pai Celestial e se unificam a Ele, podendo representá-lo em qualquer recanto do Cosmo, por possuírem a mesma unidade de pensamento, de sentimento, de princípios e de atitudes que Ele. Eles agem nas realidades transitórias como o próprio Pai agiria se ali estivesse individualizado.
Quando mergulham suas almas maravilhosas nas realidades transitórias, esses seres são obrigados a diminuir a si mesmos, de modo que possam caber em realidades onde não há condições para que a luz se faça em toda a plenitude da sua expressão vibratória. Ao olharmos para o Sol com os olhos do nosso corpo físico, sua luz, por ser muito forte, faz com que deixemos de ver durante algum tempo. Se, simplesmente, um desses seres se fizesse presente em uma realidade transitória como a da Terra com toda sua potencialidade vibratória, vibrando ao máximo sua atitude intima amorosa, “cegaria” vibratoriamente os seres que habitam nessa realidade transitória. E isso, eles não fariam.
Em resumo, os seres que são unificados com o Pai afirmam que não há distância entre aqueles que se amam. Essa ilusão terrena de que fulano de tal, de quem eu gosto muito, morreu, e agora eu sinto saudade dele, é uma postura natural da condição transitória humana, de uma condição animal do nosso psiquismo, já que nossa alma está submetida a um corpo animal. Portanto, o psiquismo humano é produto da alma submetida ao cérebro animal. Quando perdemos esse cérebro, ao desencarnarmos, não pensamos da mesma forma como pensávamos quando estávamos no corpo. Nós nos libertamos e pensamos numa amplitude maior. Percebemos até que não havia motivo para termos saudades daqueles que se foram, porque, sendo espíritos, poderão estar muito mais próximos de nós do que estavam antes. Se nós calássemos esse cérebro, teríamos a graça de conviver com aqueles a quem amamos, mesmo que desencarnados. Alguns na Terra já têm esse privilégio – se é que esta é a palavra adequada. E se quem está na Terra tiver condições de expressar amor, verá que não é só com espíritos desencarnados que podemos conviver. Podemos, inclusive, conviver com seres e espíritos que estão em orbes distantes, pois esse circuito aproxima os seres que se amam. Isso parece ficção para a realidade terrena, mas não é. É o estado natural de espíritos de escol.
Jesus, representação maior do amor do Pai para conosco, onde estiver, em qualquer recanto cósmico, a uma simples atitude de sua vontade amorosa, pode focalizar qualquer uma de suas ovelhas, a exemplo de um pai ou mãe que, estando em qualquer canto, em se recordando de um dos seus filhos, faz vibrar em si mesmo os arquivos em relação àquela pessoa.
Jesus, além de conseguir vibrar com qualquer uma de suas ovelhas (não importa o local onde esteja), se quiser, terá condições de fazer com que qualquer uma delas possa sentir a sua vibração, independentemente da distância cósmica. Até mesmo ouvir recados, conselhos, como se Ele estivesse ao lado, pois seres unificados ao Pai, como o é Jesus, têm nível de onisciência e de onipresença. Mesmo podendo fazer tudo isso, por que chegar à Terra numa nave espacial? Qual a necessidade que esses seres teriam de chegar à Terra (ou em outros planetas cujo astral seja complicado) em algum tipo de artefato tecnológico, se suas almas já são unificadas ao Pai?
Quando se aproximam fogo e isopor, este deixa de existir (desmancha-se no ar). É inevitável que isso aconteça. Não há sequer atrito, há simplesmente a vibração forte de um foco energético sobre outro foco energético. Esses seres mais evoluídos têm tal quantum vibratório pessoal, uma vibração tão diferente da nossa, que, na nossa condição animal, não nos é dado conseguir conviver e sobreviver ao contato muito próximo com eles. Os irmãos espirituais dizem que ainda não estão falando de seres que vibram muito melhor do que nós, terráqueos, no sentido amoroso. O que eles estão dizendo é que simplesmente vibram de forma diferente e que a vibração mais atuante termina aniquilando a vibração mais primitiva.
Segunda consideração a ser feita: na medida em que passamos perfume nos nossos corpos, a fragrância desse perfume vai dominando o ambiente. É importante perceber que a cada pensamento e sentimento estamos liberando os perfumes a eles correspondentes por sobre as nossas cabeças. Bilhões de seres, fazendo isso, vão formar ao redor da Terra uma nuvem, um astral psíquico-energético. Os seres que vêm de fora, independentemente do seu nível vibratório, têm de perpassar essa nuvem ou conteúdo vibratório promovido pelo psiquismo humano. Alguns conseguem perpassar sem prejudicar os seus corpos e também sem provocar nenhum tipo de onda vibratória que danifique os corpos daqueles que estão vivendo naqueles mundos. Há, porém, certos requisitos de vibração, desconhecidos por nós, que são explicáveis na ótica espiritual, mas não na terrena. Se certos seres penetrassem ou perpassassem essa zona onde se situa o repositório das vibrações conseqüentes às formas-pensamento e formas-sentimento da humanidade, por menos que quisessem vibrar, sua simples presença acarretaria uma emanação de energia de tal ordem que, mesmo maravilhosa, danificaria os circuitos vibratórios energéticos de seres animalizados como nós. Da mesma forma que não sabemos conviver com o excesso de luz, também não sabemos conviver com o excesso da vibração amorosa. Por boa que fosse, essa força danificaria certos compartimentos dos nossos espíritos adoentados.
Terceira consideração: existem situações astronômicas no cosmos – e aqui falamos do universo físico – em que determinadas estrelas, produzindo certas substâncias por meio de suas reações nucleares, geram vibrações magnéticas que podem interferir vibratoriamente nos seres que delas estejam se aproximando, quando protegidos apenas por suas condições pessoais. Para sua defesa, esses seres às vezes provocam ondas vibratórias que podem envolver um sistema inteiro de mundos, tamanha é a vibração emanada de um ser unificado ao Pai.
Diante da ótica terrena, todas essas argumentações parecem ser pura ficção, mas não são.
Ainda há uma última consideração a se fazer: diante do conteúdo psicológico do conhecimento que marca a humanidade: nós teríamos muita dificuldade em interagir com extraterrestres que, estacionando suas naves perto da Terra, invadissem a atmosfera deste mundo simplesmente voando, tal qual super-homens. Mesmo os que pudessem fazer isso não fariam, por causa dos arquétipos que existem na psicologia humana.
Em nossos arquétipos é até aceitável que seres extraterrenos penetrem na atmosfera do mundo, mas somente em naves, pois foi desse modo que a humanidade terrestre conseguiu voar e ir até a Lua.
Concluindo: aquele a quem conhecemos como Jesus, um ser unificado ao Pai, não precisaria, como de fato não precisa, de nenhum artefato tecnológico para se fazer presente do jeito que ele quiser, em qualquer recanto da criação, porque ele é co-criador com o Pai. Porém, nós, seres terráqueos, não temos conteúdo psicológico, nem muito menos vibratório (de defesa espiritual) para convivermos com a presença de seres que entrassem na atmosfera terrestre com seus poderosos conteúdos vibratórios, pois, independentemente daquilo que consideramos como pólo positivo ou negativo, teríamos problemas. A nossa situação vibratória é tão frágil que qualquer coisa vibratoriamente diferente do nosso padrão normal nos põem por terra. É como se fosse um choque terrível, como se colocássemos o dedo em uma tomada – e nós sabemos o que acontece com quem faz isso.
Assim, dizem os mentores da espiritualidade e, em especial, os irmãos que se encontram conosco na noite de hoje, o mestre Jesus virá como um ser extraterreno, incluído na tripulação de uma nave espacial, para que, de imediato, possamos entender, dentro dos arquétipos que nos marcam o psiquismo, a nossa própria origem.
Somos todos espíritos que, em tempos idos, existíamos em outros mundos. Por descumprirmos as regras desses mundos, decaímos vibratoriamente e mudamos de endereço, passando a viver aqui na Terra. Nosso planeta foi isolado da convivência com o cosmos a tal ponto de hoje até termos dúvida se, de fato, existem seres viventes lá fora. O que é desconhecido para a frágil psicologia humana se torna fato gerador de pânico, pavor e temor. Nós “morremos de medo” do desconhecido. Para nós, os seres extraterrenos e os espíritos desencarnados ainda são desconhecidos, por mais que falemos a respeito deles.
Jesus, por ser o “Príncipe da Paz”, por ter sido um ser que demonstrou aqui na Terra ser incapaz de fazer o mal, por maior que possa ser o nosso susto ao ver um extraterrestre, sendo ele esse extraterrestre, o susto se reduzirá ao simples fato de, no primeiro momento, diante do desconhecido, sofrermos uma descarga de adrenalina. Mas logo depois o susto será substituído pelo encanto.
A partir daí, teremos absoluta certeza de que, sendo ele que está capitaneando essa reintegração da Terra ao cosmos, nada teremos a temer.
Mas aí reside um detalhe – não é com Jesus que iremos ficar convivendo. Nós, moradores da Terra, conviveremos com seres de outros orbes que estão muito longe de terem o conteúdo vibratório de Jesus. Aqueles, sim, precisam viajar em naves pelo cosmos. É com eles que nós estaremos convivendo ao longo dos próximos séculos.
Portanto, atendendo às próprias necessidades do psiquismo humano e evitando qualquer problema de vibração de sua parte, para que não venha a nos prejudicar pelo simples fato de possuir uma vibração diferente, esse ser a quem chamamos Jesus fará o primeiro contato oficial dos terráqueos com os seres de fora. Será exatamente com o mestre Jesus, por mais que isso choque o nosso entendimento. É isso o que eles – os irmãos que se encontram conosco na noite de hoje – afirmam.
Por que com ele? Porque ele representa o amor do Pai Celestial nesse recanto do cosmos.
Jesus, de fato, não precisa de um disco voador. Porém, nós teremos de conviver com seres de outros mundos e esses se deslocam em naves. Estamos há cerca de seiscentos mil anos afastados dessa realidade. A primeira vez em que isso for acontecer publicamente aos olhos de todos, o mestre Jesus se permitirá inserir nesse contexto transitório de viajante cósmico numa nave, para que nós possamos assimilar o conteúdo do nosso passado, do presente e do futuro que nos espera.
De qualquer forma, é mais prudente para nós que o Mestre Amado venha em uma nave, pois ninguém sabe como reagiremos. Serão bilhões de seres que diante da sua aproximação tomarão uma certa dose de susto; e ninguém sabe o que resultará de seis bilhões de almas vibrando de uma só forma. Isso poderá provocar problemas vibratórios. Para poder administrar tudo isso, os seres que acompanharão o Mestre têm de tomar precauções até com a tecnologia da nave.
Portanto, a questão não é só por que Jesus precisa chegar em um disco voador. Ele não precisa. Os seres que o acompanharão e aqueles a quem ele virá visitar, ou seja, nós, é que precisam que ele assim proceda, para a proteção deles e nossa.
Mais do que isso, os amigos espirituais não podem nos dizer no atual momento.

De reunião ocorrida no
Grupo Atlan-RN, em Natal, em 25 de março de 2003.
Pergunta: Luiz Carlos
Transcrição: Luiz Carlos - Grupo ATLAN -
www.atlanbr.com.br / luizcmatao@uol.com.br

O que é a volta de Jesus?

O que comumente se chama "a volta de Jesus" na verdade se refere a um processo composto por diversas visitas em que seres extraterrenos de diversas origens, uma espécie de um grande cortejo celeste, irão realizar na Terra, ao longo dos próximos anos. Contudo, eles não deverão permanecer muito tempo em nenhuma dessas visitas. Afinal, eles têm juízo. A questão seria: ficar aqui para fazer o quê? Conversar com quem?Se nós fôssemos realmente uma família planetária, com uma espécie de "conselho planetário" constituído, poderia haver algum contato no sentido, vamos dizer, constitucional; mas nem isso nós somos. Então eles vão falar com qual autoridade? Qual o presidente, e de que país, eles deveriam escolher? Não é por aí. Eles são elegantes, eles não vão fazer isso. E quanto às autoridades religiosas, com qual deveriam falar? Eles não vão privilegiar uma religião em detrimento das outras. Sendo assim, eles vão falar com quem? Com ninguém, essa é a questão, e ao mesmo tempo com todos.Essas visitas que deverão começar ocorrer agora, nos tempos das nossas vidas, serão somente as primeiras de um processo de retomada de intercâmbio cósmico que não tarda. Nos tempos das nossas vidas deveremos ver uma, quatro, cinco, dez, quinze, vinte dessas visitas, mas creio, pelo que deduzo das informações recebidas, todas elas rápidas ou pelo menos as primeiras. Rápidas, porém perfeitamente objetivas, filmadas, com irmãos extraterrenos sendo naturalmente filmados. Pretende-se que, com o tempo,isso vá se tornando uma coisa comum, quando então perderemos o medo do desconhecido. Isso se dá pelo fato desta humanidade encontrar-se em uma espécie de "quarentena cósmica", isolada há tanto tempo da convivência com seres evoluídos.Afinal, somos as companhias desagradáveis desta parte da galáxia.Alguns habitantes da Terra, pessoalmente, terão contatos discretos com esses seres, obedecendo a padrões de empatia amorosa estabelecidos no pretérito extraterreno, quando de convivências antes da rebelião ocorrida.Para esses seres, não há nenhum problema para que seus corpos se potencializem, vamos dizer, na sala de visita da casa de um amigo terráqueo, com o qual irão agora retomar o contato fraterno.Então, esses encontros vão se amiudar, e aqui não estamos falando de mediunidade, mas sim, de processos objetivos. Os nossos filhos, os nossos netos, esses sim, já estarão convivendo naturalmente com eles, do jeito de quem mora em Nova York, pode está aqui hoje aqui em Natal; quem mora aqui em Natal pode está amanhã em Moscou, porque é o normal da convivência planetária. No cosmos, o normal é a convivência interplanetária, intersistêmica, intergaláctica, já que não há distâncias entre os que se amam, independente de onde possam estar. Dia virá em que os fundamentos filosóficos e práticos da física quântica serão melhor compreendidos, quando, então, esta humanidade descortinará o óbvio da vida cósmica: as distâncias universais são aparentes. Nós, terráqueos, é que estamos apartados dessa convivência, isolados do mesmo modo que os presos de uma certa penitenciária estão isolados da convivência com a sociedade, porque são companhias desagradáveis.Então, daqui a alguns uns séculos, quem viver na Terra pegará um outro tipo de telefone e ligará para o seu pai que morreu, e que agora está na espiritualidade, pois também entre os chamados vivos e mortos não há distância, pois tudo resume-se a uma simples questão de vibração.Assim será, apesar de não ser a atual geração de encarnados que testemunhará essa convivência com os afetos que já se encontram nos ambientes espirituais, pois isso demandará ainda alguns séculos ou, na melhor das hipóteses, cerca de oito décadas se tudo fluir da melhor forma possível, conforme o planejamento da Espiritualidade. Mas "a melhor opção" não costuma ocorrer por essas bandas...O fato é que a atual geração de encarnados vai apenas iniciar esse processo, que é o de finalmente começar a desenvolver na Terra o tão almejado Ideal de Fraternidade Cósmica, já que a partir do ano 2050 – aproximadamente - não mais nascerão na Terra espíritos tendentes à maldade, à desagregação, enfim, à perversão existencial.Estou escrevendo um livro, a pedido dos espíritos, que eu ainda não coloquei nome, porque nem sei se vou publicar esse livro nesta vida. O fato é que uma vez um espírito chegou para mim e disse: você tem idéia precisa de como será esse grupo que será daqui exilado, quais são as pessoas, os tipos de pessoas, que não mais nascerão na Terra? Respondi algo que agora não me recordo. Esse irmão espiritual, que assessora oMestre, disse-me então, dentre outras coisas, que os "perversos" serão exilados da Terra, ou ainda aqueles cujo ego está tão doente, que estão em vias de perversão, ou seja, de se tornarem perversos. Disse mais ainda: imagine, agora, aqueles que cujo ego encontra-se tão doente que, mesmo sem serem perversos, impedem o progresso do mundo devido ao apego doentio que têm a certas questões. São esses três grupos que, em linhas gerais, deverão sair, e neles se inserem diversas centenas de milhões de indivíduos que ultrapassam a casa do "bilhão". Existem outros casos e características diversas sobre o exílio que aqui não poderei agora relatar ou mesmo aprofundar, pelo que me desculpo. A verdade é que, pelo que nos é dito, quem estiver impedindo o progresso planetário – e não puder se emendar a curto prazo - não vai mais nascer na Terra a partir de 2050. Aaferição desses valores se dá na espiritualidade entre os que por lá já se encontram e quanto aos que estão encarnados, quando cada um for desencarnando, saberá o resultado do que o espera.Esse processo não pode ser realizado aqui na Terra, na esfera dos encarnados, senão a vida por aqui viraria um caos ainda maior.Assim, pouco a pouco as gerações vão se sucedendo, vão tendo "sustos" dos asteróides que poderão se chocar com a Terra, obrigando aos terráqueos a se unirem para tratar então dos interesses comuns.Seremos, pois, obrigados, por esses sustos, se não por outra questão, a se ver como uma só família aqui na Terra, porque esse é o objetivo maior do conceito de cidadania planetária: a prática do amor como elo maior entre os seres; o amor como atitude da expressão política da cidadania pessoal, e não como uma flâmula religiosa, ou tema para poesia, como comumente esse tema é tratado. Então, a volta de Jesus, essa primeira visita, é apenas um pequeno fato, "singularmente majestoso" para todos nós, mas é somente um fato, o primeiro momento de outras "voltas" (visitas) que ele fará, até que todos os cidadãos que aqui habitam estejam já compreendendo e naturalmente assumindo posturas que os permitam conviver com essa realidade cósmica maravilhosa.Nós nem imaginamos o nível da preocupação desses seres que estão em vias de contato conosco. Eles sabem quão atrasados somos e quão carentes estão as nossas almas pela beleza espiritual que dignifica a vida cósmica, aquela "vida eterna" da qual falava Jesus.Morro de vergonha diante da minha própria consciência, porque sou um instrumento que eles usam para falar essas coisas, das quais eu não consigo dar exemplo nem para mim mesmo. Costumo me inquietar quando percebo que eu realmente não sou exemplo nem para mim mesmo, e toda a noite, quando vou dormir, costumo dizer: "Deus do Céu, vou ter que minimamente conviver com esses seres, querendo ou não, e cadê a minha vibração pessoal melhorada que há tanto tento arquitetar, que pudesse apresentar para não destoar tanto assim do padrão amoroso que os caracteriza?" Pacifico-me apenas quando focalizo a atenção na únicaqualidade que consigo ver em mim mesmo, que é de jamais desistir de ser dono da minha própria alma para pô-la, minimamente que seja, a serviço de alguma causa nobre que dignifique a vida, mesmo sendo uma tragédia ambulante em algumas questões existenciais, que é o que tento fazer.Quando penso na humanidade, aí é que a inquietação aumenta, pois somos todos cheios de tantas tendências e inclinações tão primárias, tão primitivas, e a curto prazo dificilmente mudaremos. Mas eles sabem que nós somos assim - digo a mim mesmo. Mas mesmo sabendo que eles sabem que a nós somos assim, vamos sentir um pouco de vergonha quando percebermos a obviedade do que Jesus e outros mestres e mestras desta humanidade tentaram nos ensinar e até hoje não os levamos a sério.Talvez seja uma "vergonha santa" a que vamos sentir e quem sabe se essesentimento não vai nos obrigar a melhorar um pouquinho mais rápido? A gente quem, poderá alguém perguntar? A família planetária, ou seja, todos os que vivem na Terra. Então isso será uma bênção!Será assim que, pouco a pouco, voltaremos a conviver com os nossos irmãosde outros orbes e, no futuro, com os afetos das nossas almas que estiverem desencarnados. Será um processo lento, que somente poderá ser apressado,dependendo do tipo de repercussão que esses primeiros contatos com os seres de fora possam provocar "positivamente" numa certa massa crítica desta humanidade.Como os avisos programados para preparar os terráqueos para essas primeiras visitas não deram certos - todas as principais opções falharam – que nós estamos fazendo, e outras pessoas na Terra, pertence a uma opção que não existia, pois que foi "engendrada de última hora" (nos últimos dois séculos XIX e XX), pelo menos é o que hoje penso a respeito.Fato é que Jesus, há 2 mil anos, já sabia disso, tanto que Ele disse: não tem jeito, a minha volta vai ser igual ao ladrão da noite, que ninguém espera que ele chegue e ele simplesmente chega. Naquele tempo, com a presciência que o marcava, Ele já conseguia ver no futuro distante que as suas ovelhas, mesmo as bem-intencionadas, não poderiam trabalhar direito, conforme o planejado. Acertou em cheio! Tinha que sobrar para alguns...Sobrou! Preparemo-nos, pois, Ele não tarda.Teremos dias difíceis, notadamente os primeiros do próximo mês de setembro ou outubro, e mais especificamente o dia três do mês referido, quando o que sobra das trevas pretende ainda macular a expectativa da sua volta com um acontecimento doloroso. Localizado, porém, doloroso. Muitos lutam para evitar o problema, mas o ódio longamente represado deverá ser extravasado de modo mais emblemático, talvez o preço da própria estupidez humana em não valorizar a vida. Que seja! Torçamos e trabalhemos com as nossas vibrações e atitudes para que isso seja evitado; mas, caso ocorra, em nada atrasará o dia agendado para a sua primeira visita as suas ovelhas queagora residem na Terra.Realmente, há cerca de dois mil anos Ele conseguiu perceber que a suaprometida volta seria mesmo inesperada... Tinha que sobrar para alguém... Sobrou!


Jan Val Ellam

Grupo Atlan, Natal, 17 de julho de 2006

A Volta do Mestre

publicado na revista UFO
em dezembro de 2006
Este é o principal assunto da nossa história apesar de poucos o valorizarem, seja porque sempre situado no contexto religioso ou mesmo pelas tentativas equivocadas – como a que tento empreender com as marcas das minhas imperfeições – que terminam por desgastar a sua importância perante o desavisado juízo homo sapiens.
O ser humano — eu inclusive e, principalmente — precisa perceber que, quando ele acredita em alguma coisa, o seu organismo produz uma descarga química que lhe dá profunda satisfação, seja no caso de uma crença nobre ou fútil. É por isso que nós, seres humanos, quando acreditamos em algo nos sentimos bem e em paz, o que sob certo aspecto é um perigo, porque terminamos às vezes acreditando em quimeras e cretinices. Afinal, crer é um conforto, pensar é um esforço, daí preferirmos a crença. Conduto, sou dos que pensam que, querendo-se ou não, acreditando-se ou não, esperando-se ou não, a volta do Mestre continua absolutamente na pauta do dia — apesar da frieza com que o tema é tratado pelas elites das religiões que administram o seu legado — e este assunto tem tudo a ver com a questão extraterrestre, em especial com o fato de jamais esta humanidade ter tido um contato claro e objetivo com os seres de fora.
Como, de minha parte, pretendo ser este o último artigo que escrevo sobre o tema, pelo menos até que se cumpra a sua volta, é minha intenção, enquanto ainda posso, mesmo sem a menor credibilidade perante o juízo alheio, reafirmar que a volta do Mestre se dará até o mês de abril de 2007, conforme penso ter entendido do aviso dado pelos irmãos de outros orbes. Caso não se cumpra no período apontado, isso se deverá a “uma outra falha na comunicação”, mas não implica no cancelamento do seu retorno, afirmam os tais mentores. De todo modo, obedecendo aos ditames da prudência do lado de cá, já deixo aqui o meu renovado pedido de desculpas, pois estarei aposentado pelos fatos.
Independente dos “ruídos na comunicação”, esses seres relatam que, quando esse Suserano Celestial se fez humano na personalidade de Jesus, eles acompanharam, de suas naves estacionadas próximas a Terra, toda a sua missão e tentaram mesmo interferir quando perceberam que inevitavelmente Jesus iria ser violentamente tratado pela estupidez do mundo.
O interessante é que havia o aviso profético sobre a forma como o Messias esperado seria tratado pelos seres humanos e, mais perturbador ainda, era saber que eles mesmos, por serem assessores do Mestre, haviam sido os veículos cósmicos portadores dos tais estudos proféticos produzidos por uma certa ciência (na Terra esta ciência cósmica ficou conhecida como “profecia”), e que influenciaram os profetas do Antigo Testamento para que essas notícias fossem veiculadas. Para eles, perturbou-os, contudo, o zelo com que Jesus cumpriu, nos detalhes, as tais profecias. Esse aspecto foi e é surpreendente, até para os seus próprios assessores, porque a história não teria que ter sido daquela forma, segundo eles.
É inquietante, pare este escrevente, perceber que esses seres cósmicos não sabem, até os tempos atuais, se sempre “acertaram”, nas suas funções de assessoramento, com as posturas por eles assumidas ao tempo da rebelião de Lúcifer. Como também me foi inquietante perceber que eles não sabiam, até o momento da vida de Jesus, se haviam “acertado” na veiculação das notícias, através dos profetas, sobre o que aquele Suserano Celeste iria enfrentar quando um dia nascesse na Terra, como um simples mortal. Por este e outros motivos, tentaram, então, a todo custo interferir quando perceberam que Jesus ia ser inapelavelmente levado à crucificação.
O momento da transfiguração de Jesus, conforme registrado nos evangelhos, descreve a tentativa deles em pedir a autorização ao seu Senhor, que estava ali encarnado como simples homem, para literalmente invadir a Terra, retirá-lo do aparente domínio das forças estabelecidas do judaísmo e do poder romano, e mostrar ao mundo quem Jesus realmente era: uma autoridade Celeste que, por amor a um bando de loucos encarcerados no fluxo das vidas terrenas, havia se feito homem. Mas Jesus os impediu de fazer isso e, para tanto se transfigurou com o objetivo de vibrar no mesmo diapasão que os seus assessores vibravam, para que não pudessem existir dúvidas, da parte desses seres, de que ele, mesmo estando na condição de um simples homem, tinha perfeita consciência do que ali estava decidindo. “Era necessário que se cumprissem as escrituras”, disse-lhes Jesus naquela e em outras oportunidades.
Em sendo isso verdade, esses seres demonstram um profundo zelo por essa “aparente bobagem aos nossos olhos terrestres”, que se chama “cumprimento das escrituras”.
O problema parece ser que, na concepção do que se chama ética cósmica, a questão pouco importante para nós assume aspecto superlativo. E o fato é que para eles, depois da crucificação de Jesus, quando o Mestre novamente se aproximou e ofertou, ao seu já velho apóstolo João, o conjunto dos fatos demarcadores do seu retorno, mostrando o dia em que haveria de voltar, após o desenrolar de todo um roteiro profético posteriormente registrado por João nas páginas do Apocalipse. Este, conseguiu de forma genial e inspirada, para as condições de um homem com quase 100 anos de idade e com as concepções de alguém que viveu há 1900 anos atrás, com a ajuda de um seu discípulo também chamado João, escrever as tais páginas inspiradas que passaram à posteridade como mensagem hermética somente passível de ser entendida no futuro, quando os tempos fossem chegados.
O fato é que, logo depois do desencarne de João, segundo eles, teve lugar uma reunião nos ambientes espirituais na qual participaram esses seres com mais um numeroso grupo de espíritos exilados de outrora, que ainda se encontrava na Terra, grupo este, formado na época, por dezenas de milhares de famílias cósmicas ainda em degredo na Terra. Essas famílias, agora reunidas já com a consciência que Jesus era a expressão terrena do Suserano Celeste a quem já conheciam antes do exílio, resolveram algo de nobre tentar fazer para ajudar ou facilitar, o que possível fosse, a próxima vinda de Jesus, já que, na sua primeira estada neste mundo, quase que a totalidade dos que ali estavam, havia atrapalhado e em muito a sua missão.
Assim, quando os tempos fossem permitidos, novas providências seriam tomadas para fazer cumprir o que os seres (os tais anjos que são descritos no Apocalipse) haviam — na oportunidade do encontro em que o Mestre e eles ditaram para João os termos proféticos do Apocalipse — registrado como sendo o trabalho das “duas testemunhas” que o apóstolo evangelista cunhou para a posteridade no seu capítulo 11. E o que ali eles haviam colocado teria sido o compromisso espiritual do grupo de famílias dos exilados, para ser cumprido quando os tempos assim o permitissem.
Teria sido dessa maneira que foi arquitetada essa espécie de pacto — ou “acordo sagrado” — entre esses seres e os tais espíritos de exilados que ainda se encontravam na Terra, e que parece ser o caso de muitos dos que estão agora encarnados e envolvidos direta ou indiretamente com este momento, ou seja, os tempos atuais em que vivemos em que se dará o cumprimento da promessa do Mestre de aqui retornar – “o leitor entenda bem”, já dizia Mateus em seu evangelho.
Por volta do ano de 1890, quase o mesmo grupo que se reuniu no início do século 2 d.C., tornou a se encontrar agora para decidir o que seria feito pelas famílias de exilados que ainda estavam na Terra com o objetivo de ajudar, de alguma forma, no processo em torno da chegada do Cristo. Como o processo de seu retorno corria exclusivamente sob os auspícios da insistência amorosa do próprio Mestre, e não por merecimento dos terráqueos, para aquelas famílias o que mais importava era uma espécie de obrigação moral que seus membros sentiam de algo tentar fazer, mesmo que isso pouco representasse efetivamente, mas que tivesse algum significado moral, filosófico, para as famílias de exilados dos muitos sistemas de mundos vinculados à história planetária terrestre.
Foram, então, ali traçadas algumas estratégias, estudadas outras alternativas, mas não se chegava a nenhum tipo de consenso — e observemos que pelos padrões de tempo terrestre essa reunião durou bastante. O fato é que, em algum momento, a única estratégia que se achou minimamente exeqüível foi então posta à mesa como sendo a única possível de ser arquitetada, pelo menos em teoria, e dizia respeito a uma espécie de “missão impossível” (perdoe-me o leitor mas não encontro outro epíteto) de ser realizada com um mínimo de sucesso na sua consecução, mas que, de modo algum quem a fosse realizar, poderia ser poupado de uma série de augúrios preocupantes no campo da sensibilidade e da honorabilidade pessoal.
A questão é que simplesmente nenhum dos pares espirituais ali presentes estava apto a executar a tal tarefa, pois esta necessitaria uma série de critérios a princípio paradoxais no campo da aquisição espiritual, para a sua razoável consecução. Espíritos muito evoluídos não poderiam isso lograr realizar pois, já libertos dos grilhões das mazelas humanas, não possuíam mais o mínimo de “malícia e esperteza” exigido para transitar com uma nobre missão por entre as víboras e as serpentes que empestavam o mundo — seriam, pois, facilmente enganados e atropelados pelas coisas do mundo, o que os impediria de levar a missão até o fim. Também não se encontrou um só dos exilados que, quanto ao trato com as questões do mundo fosse suficientemente “manso e suave como as pombas e ao mesmo tempo prudente e esperto como as serpentes”.
Na ausência de alguém ali habilitado, ainda assim permanecia a questão sobre quem, dentre os presentes, poderia executar o tal trabalho.
Aqui importa o registro de uma outra história. Ao tempo da Inconfidência Mineira, quando alguns dos inconfidentes, em número de dez, se reuniram em uma dada oportunidade para fazer frente à notícia de que, a qualquer momento iria chegar um emissário do rei de Portugal portando um decreto que tratava de aumentar os impostos que o Brasil normalmente enviava para Portugal. Chegaram a conclusão de que a única opção era literalmente a de assassinar o emissário de Portugal assim que ele pisasse nas terras brasileiras, como forma de evitar a promulgação do decreto. Aquela havia sido a única alternativa proposta na reunião. Foram, então, proceder com a votação da proposta e a mesma foi aprovada por nove votos contra um. Contudo, na hora de escolher quem iria cumprir a tal missão para o bem do Brasil, nenhum dos nove que haviam votado a favor aceitou a missão. Diante dos fatos, aquele que havia votado contra, mesmo sem concordar com a proposta, se ofereceu para realizar o trabalho por não existir outra alternativa.
Parece ter siso algo muito semelhante a um impasse desse tipo o que deve ter acontecido em 1890 nos ambientes espirituais para que hoje esses seres tentem me demonstrar e me convencer que, desde a época aludida, havia sobrado para este escrevente a tal tarefa de anunciar a chegada de Jesus, ainda que não tivesse a mínima condição e estatura moral para tanto. O curioso é que eles fazem isso desde 1986 e, mesmo sem que ninguém me possa acreditar, já fiz um pouco de tudo para me livrar dessa ingrata função.
Em sendo isso verdade, o fato é que se arquitetou lá por cima uma estratégia para ser colocada em prática nos tempos imediatamente anteriores ao dia em que Jesus havia comunicado a João, quando da arquitetura do Apocalipse, no qual ocorreria o seu prometido retorno. E parece ser por isso que, desde 1990, após os quatro anos em que eles me solicitaram o concurso, sem que eu nada aceitasse no campo do empenho e da exposição pessoal, que eles começaram a me envolver, já com minha aquiescência, para a produção dos livros que, mesmo com as marcas das minhas múltiplas imperfeições, o repito, tentam abordar este assunto. E pelo que julgo estar informado, a tal estratégia começou a ser posta em prática no ano de 1999, e cujos desdobramentos devem se prolongar até meados do ano 2007.
É importante ressaltar, creio eu, que o Mestre Jesus nada tem a ver com o processo em curso, pois este parece ser produto do livre-arbítrio individual e coletivo de espíritos de ex-rebeldes desde há muito congregados na Terra. Daí a marca dos mal-entendidos, hesitações e equívocos, dentre outras questões.
O fato é que, desde a decisão tomada nos ambientes espirituais, esses seres e os espíritos que ali estavam presentes, criaram um código de ética para o tal trabalho, cujo resultado parece hoje cair sobre os meus ombros. Parece que as questões de conveniência e outros aspectos do carma pessoal foram também subordinados aos fins pretendidos. Esse seria, portanto, o motivo pelo qual um certo grupo de exilados, trabalhando em conjunto nas três esferas, ou seja, na dos extraterrestres, na dos espíritos desencarnados e na dos encarnados, algo fizesse para tentar anunciar, na amplitude que fosse possível, a chegada de Jesus, mesmo que isso custasse um pouco ou muito das sensibilidades de todas as pessoas que terminariam se envolvendo com o processo. O interessante é que eles frisaram que o peso do desgaste não cairia somente sobre o espírito do “centurião que havia crucificado Jesus” — que por forças das circunstâncias havia se oferecido para algo tentar fazer dando início ao efetivo processo de anunciar a iminente chegada — que seguramente iria ser o mais visado, mas todos que nasceram carmicamente envolvidos com esse mister, teriam um pouco ou muito de desgaste na tentativa de semear no mundo a notícia da volta do Mestre.
De acordo com uma das almas mais lúcidas que já “pôs os pés” neste planeta, Ramana Maharshi, “o destino da alma é determinado conforme seu prarabdha-karma. O que não deve acontecer, não acontecerá, não importa o quanto você deseje. O que deve acontecer, acontecerá, não importa tudo o que você faça para evitar”. Vamos dizer que não me esforcei muito para evitar a minha cota nesse mister. Parece que cumpri com parte do que estava compromissado, mas isso não importa posto que inexorável.
No que me cabe, concluo o presente artigo repetindo o que já falei e escrevi repetidas vezes. Desde a publicação do primeiro livro (nele está escrito como também em todos os outros), desde a primeira palestra anunciando a chegada do Mestre (e em todas as outras), sempre afirmei que existia muito de equívocos de minha parte na arquitetura do desesperado anúncio que estava sendo feito do modo que estava sendo possível. Sempre pedi prudência, que ninguém acreditasse passivamente ou mesmo com esforço em coisa alguma, mas que o assunto fosse estudado e refletido porque era e é questão pontual pelo qual passam o nosso passado, o presente e o futuro que nos espera. Mais do que isso não poderia fazer e não pude mesmo! Porém, ainda que com todos os equívocos de minha parte e mais, notadamente esses últimos, pelos quais novamente me desculpo, rogo que não se desinteressem pelo tema da volta do Mestre, por conta dos desacertos e dos trôpegos passos deste escrevente, até porque esta questão se eleva muito acima da capacidade da cretinice humana (em especial da minha própria cota) em não conseguir lidar convenientemente com as questões espirituais e celestiais que envolvem a vida terrestre. E, acreditem ou não, esta é outra afirmação que sempre tenho feito sobre a minha flagrante incapacidade para lidar com questões desse naipe.
Que venha o futuro!


Jan Val Ellam.